Veja no site abaixo o que você deve saber para o novo ENEM
http://portal.rpc.com.br/midia/matriz_novoenem.pdf
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta-feira (14) as matrizes de habilidades que serão cobradas no novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Essas matrizes definem as competências do candidato que se espera que a prova avalie. Com base nessas matrizes, o conteúdo mais específico da prova é definido.
O documento define os cinco eixos cognitivos que serão comuns a todas as áreas do conhecimento. O primeiro é o domínio de linguagens (norma culta da língua portuguesa, além de linguagem matemática, artística e científica e das línguas espanhola e inglesa).
O exame também deverá analisar a compreensão do candidato em relação aos fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
O terceiro eixo diz respeito à interpretação de situações-problema. O eixo seguinte trata da capacidade de fazer uma argumentação consistente. Por fim, o quinto eixo espera que o candidato consiga elaborar propostas, recorrendo aos conhecimentos desenvolvidos na escola.
Enem na rede pública
Na manhã desta quinta, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou que o Enem deverá ser universalizado a partir de 2010. Segundo a proposta do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), todos os estudantes da rede pública serão obrigados a fazer a nova prova, que pode servir também para certificar o curso.
Ao aceitar a proposta, o ministro pediu um estudo de logística para garantir o acesso dos estudantes aos locais de prova em todo o território nacional.
Segundo Haddad, o novo Enem não poderá ser aplicado durante o período de aula. "Mais do que a aferição do conhecimento do aluno, a prova pode representar o acesso dele à universidade, o que exige cuidados maiores com a segurança", afirmou.
De acordo com o Consed, o novo formato da prova permitirá a reestruturação do ensino médio. Com isso, o currículo dessa etapa do ensino passará a orientar os processos seletivos do ensino superior e não o contrário, como ocorre hoje.
A matriz também está disponível no site do MEC.
Fonte: RPC - Gazeta do Povo
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O QUE ESTÃO FAZENDO COM O NOSSO BRASIL?
*Sá de Freitas
“Aos poucos políticos honestos, os meus respeitos: aos muitos corruptos, o meu repúdio”
"Não sou político, partidário e nem partidarista: sou patriota"
Em porões infectos que os vermes construíram e continuam a construir em nosso Brasil, circulam roedores nauseantes e rastejam serpentes peçonhentas e traiçoeiras. Movem-se na calada da noite a fim de roerem o dinheiro público e armarem botes certeiros contra o povo, pensando que ninguém os vê.
O clarão da liberdade apaga-se lentamente com as coibições e imposições disfarçadas; o princípio de igualdade vai desaparecendo com a punição de justos que lutam pela boa causa e pela impunidade e corporativismo entre os que abusam do poder que têm. O dinheiro abafa a voz da Justiça quando essa é aplicada e manipulada por asseclas da mesma quadrilha. Em castelos, comprados com o nosso suor, habitam deputados incompetentes, safados e libertinos, enquanto boa parte do povo é favelada e sofre privações em barracos imundos. Enquanto porcos vivem, onde mereceriam viver trabalhadores honestos, trabalhadores honestos vivem em verdadeiras pocilgas, nas quais deveriam estar enterrados esses pilantras marginais, sugadores e zombadores de todos nós. Outros, em piores condições ainda, disputam vagas embaixo de pontilhões ou em becos de ruas, tendo por cobertor o sereno e por lâmpadas as estrelas. Enquanto os nababescos, ladrões e vagabundos, que ganham fortunas para nada fazerem, a não ser sujeiras, limpam a bocarra a fim de retirar a gordura com sabor de caviar –pago também por nós -, o prato raso do trabalhador honesto, nem sequer tem o caldo ralo de uma sopa. Verbas e verbas são dilapidadas em viagens de lazer e compras supérfluas, por deputados (aqui vai o “d” minúsculo por não merecerem o maiúsculo), sem vergonha, sem caráter e sem senso patriótico, os Setores de Saúde perecem e, sem condições de atendimento condigno, os médicos, mal remunerados também, assistem impotentes a morte de dezenas de pessoas por falta de equipos e de remédios. A Educação e a Segurança já deixaram de existir, talvez porque de seu currículo não conste a formação de corruptos, para futuramente integrarem-se ao exército desses pulhas. O povo está abandonado, pisoteado e entregue à própria sorte. O brasileiro trabalha mais de cem dias por ano somente para pagar impostos e com esses manter o luxo de vagabundos que já ganham quantias astronômicas.
A Nação se decompõe, dissolve-se e contamina-se, cada vez mais, com o vírus mortal da falta de vergonha, da escassez de caráter e da ausência da moralidade, espalhado por esses vermes colocados no Poder. A corrupção e as falcatruas quebram os molejos da economia e se o povo vê, finge que não enxerga; se escuta a verdade dessas patifarias, faz de conta que não ouve e se é chamado à luta pacífica para pormos fim a esse inaceitável proceder da maioria que governa a nossa Pátria, cruza os braços e se acomoda, sem perceber que em breve estará entregando os punhos às algemas. Por que temer a luta, sem violência, pela verdade, pela decência e por um Brasil melhor? Vamos deixar que meia dúzia de safados aposse-se do que é nosso, tire o orgulho de sermos brasileiros e extermine com a nossa cidadania? Onde estão os cara pintadas, estudantes idealistas e destemidos que já salvaram a nossa Democracia? Onde estão os que amam a Pátria brasileira para lutarem em sua defesa?
Não temo represálias, pois aqueles que se levantarem contra mim, por escrever a verdade, é porque têm conta em Cartório. Prefiro morrer expressando-me a favor e em defesa do meu Torrão Brasileiro, a viver como escravo, nas mãos dessa corja de desclassificados . SALVE O NOSSO BRASIL! FORA OS RATOS QUE O CORROEM!
“CLAUDITE JAM RIVOS, PUERI: AST PRATA BIBERUNTI”.(*)
Fonte: Sá de Feitas - Poeta de Avaré - SP
“Aos poucos políticos honestos, os meus respeitos: aos muitos corruptos, o meu repúdio”
"Não sou político, partidário e nem partidarista: sou patriota"
Em porões infectos que os vermes construíram e continuam a construir em nosso Brasil, circulam roedores nauseantes e rastejam serpentes peçonhentas e traiçoeiras. Movem-se na calada da noite a fim de roerem o dinheiro público e armarem botes certeiros contra o povo, pensando que ninguém os vê.
O clarão da liberdade apaga-se lentamente com as coibições e imposições disfarçadas; o princípio de igualdade vai desaparecendo com a punição de justos que lutam pela boa causa e pela impunidade e corporativismo entre os que abusam do poder que têm. O dinheiro abafa a voz da Justiça quando essa é aplicada e manipulada por asseclas da mesma quadrilha. Em castelos, comprados com o nosso suor, habitam deputados incompetentes, safados e libertinos, enquanto boa parte do povo é favelada e sofre privações em barracos imundos. Enquanto porcos vivem, onde mereceriam viver trabalhadores honestos, trabalhadores honestos vivem em verdadeiras pocilgas, nas quais deveriam estar enterrados esses pilantras marginais, sugadores e zombadores de todos nós. Outros, em piores condições ainda, disputam vagas embaixo de pontilhões ou em becos de ruas, tendo por cobertor o sereno e por lâmpadas as estrelas. Enquanto os nababescos, ladrões e vagabundos, que ganham fortunas para nada fazerem, a não ser sujeiras, limpam a bocarra a fim de retirar a gordura com sabor de caviar –pago também por nós -, o prato raso do trabalhador honesto, nem sequer tem o caldo ralo de uma sopa. Verbas e verbas são dilapidadas em viagens de lazer e compras supérfluas, por deputados (aqui vai o “d” minúsculo por não merecerem o maiúsculo), sem vergonha, sem caráter e sem senso patriótico, os Setores de Saúde perecem e, sem condições de atendimento condigno, os médicos, mal remunerados também, assistem impotentes a morte de dezenas de pessoas por falta de equipos e de remédios. A Educação e a Segurança já deixaram de existir, talvez porque de seu currículo não conste a formação de corruptos, para futuramente integrarem-se ao exército desses pulhas. O povo está abandonado, pisoteado e entregue à própria sorte. O brasileiro trabalha mais de cem dias por ano somente para pagar impostos e com esses manter o luxo de vagabundos que já ganham quantias astronômicas.
A Nação se decompõe, dissolve-se e contamina-se, cada vez mais, com o vírus mortal da falta de vergonha, da escassez de caráter e da ausência da moralidade, espalhado por esses vermes colocados no Poder. A corrupção e as falcatruas quebram os molejos da economia e se o povo vê, finge que não enxerga; se escuta a verdade dessas patifarias, faz de conta que não ouve e se é chamado à luta pacífica para pormos fim a esse inaceitável proceder da maioria que governa a nossa Pátria, cruza os braços e se acomoda, sem perceber que em breve estará entregando os punhos às algemas. Por que temer a luta, sem violência, pela verdade, pela decência e por um Brasil melhor? Vamos deixar que meia dúzia de safados aposse-se do que é nosso, tire o orgulho de sermos brasileiros e extermine com a nossa cidadania? Onde estão os cara pintadas, estudantes idealistas e destemidos que já salvaram a nossa Democracia? Onde estão os que amam a Pátria brasileira para lutarem em sua defesa?
Não temo represálias, pois aqueles que se levantarem contra mim, por escrever a verdade, é porque têm conta em Cartório. Prefiro morrer expressando-me a favor e em defesa do meu Torrão Brasileiro, a viver como escravo, nas mãos dessa corja de desclassificados . SALVE O NOSSO BRASIL! FORA OS RATOS QUE O CORROEM!
“CLAUDITE JAM RIVOS, PUERI: AST PRATA BIBERUNTI”.(*)
Fonte: Sá de Feitas - Poeta de Avaré - SP
domingo, 24 de maio de 2009
Aluno de Escola Pública também produz texto porreta
TEMA: Segundo dados de órgãos ligados ao Estado, o Brasil chega a produzir quase três vezes mais alimentos acima da necessidade de sua população. No entanto, o Programa Fome Zero do Governo Federal detectou há quatro anos, que havia no país mais de 40 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza, ou seja, passando fome. Produza um texto dissertativo apontando possíveis causas da fome no Brasil. O que fazer para distribuir melhor os alimentos no nosso país? Seria a fome uma instituição humana ou divina? Como se livrar desta incômoda realidade?
“O Sistema da Desigualdade”
Jâmisson de Araújo Conceição*
No século XIX, Karl Marx (criador do Socialismo Científico) apontou diversos problemas no sistema Capitalista, tais como a desigualdade gerada por um sistema que produz alimentos que dariam para alimentar toda a humanidade, mas que simplesmente não o faz. Tal disparidade ocorria e ainda ocorre, porque vive-se (SIC) em uma sociedade movida pela “Mais Valia”, ou busca por lucros na linguagem cotidiana. Com isso fica claro que a fome do século XXI é fruto da desigualdade humana.
O Brasil por sua vez vive um momento de grandes contrastes tecnológicos, pois se no Centro-Sul o acesso a (SIC) informação está ao alcance de quase todos, no Norte e Nordeste são poucos os que têm acesso aos meios de informação, e consequentemente não conseguem se adaptar a este mundo globalizado. Logo se percebe que estas pessoas ficam excluídas e com dificuldades para conseguir um emprego digno que garanta a sua sobrevivência e a de sua família se houver.
Outro fator crucial para as desigualdades e consequentemente para a fome no Brasil é a política de distribuição de alimentos. Como um país que é o maior exportador de carne bovina, entre outros produtos pode ter tamanha pobreza e fome por parte de seus cidadãos? Isso ocorre pois (SIC) a maior parte do capital brasileiro está nas mãos de multinacionais (?) que visam apenas o (SIC) lucro retratado por Karl Marx.
Em um país com tamanha capacidade produtiva de alimentos não deveria haver fome. Isso pode ser conquistado mudando as políticas públicas, criando projetos que tenham como principal finalidade capacitar pessoas para que estas possam criar formas de conseguir sua subsistência, e a cima de tudo, devem ser feitos grandes investimentos na educação, pois foi assim que países europeus após a 2º (SIC) Guerra Mundial conseguiram diminuir drásticamente (SIC) os índices de pobreza e fome.
*Aluno do Colégio João Bento da Costa – Terceirão, turma 09 da tarde.
SIC é uma expressão latina que significa "assim mesmo, dessa forma, foi escrito assim por mais absurdo ou errado que pareça". Por isso, onde aparece esta expressão ou interrogação no texto acima deve-se entender que foi dessa forma mesmo que o aluno escreveu. E claro que isto (os poucos erros) não tira o mérito do bom texto. Uma pena que a maioria dos textos produzidos sobre este tema não tenha correspondido às expectativas. Leitura, meus queridos, leitura e todos terão plenas condições de produzir uma maravilha de texto como este. Precisa dizer que estou orgulhoso?
Parabéns!
Fonte: blogdotionaza.blogspot.com
“O Sistema da Desigualdade”
Jâmisson de Araújo Conceição*
No século XIX, Karl Marx (criador do Socialismo Científico) apontou diversos problemas no sistema Capitalista, tais como a desigualdade gerada por um sistema que produz alimentos que dariam para alimentar toda a humanidade, mas que simplesmente não o faz. Tal disparidade ocorria e ainda ocorre, porque vive-se (SIC) em uma sociedade movida pela “Mais Valia”, ou busca por lucros na linguagem cotidiana. Com isso fica claro que a fome do século XXI é fruto da desigualdade humana.
O Brasil por sua vez vive um momento de grandes contrastes tecnológicos, pois se no Centro-Sul o acesso a (SIC) informação está ao alcance de quase todos, no Norte e Nordeste são poucos os que têm acesso aos meios de informação, e consequentemente não conseguem se adaptar a este mundo globalizado. Logo se percebe que estas pessoas ficam excluídas e com dificuldades para conseguir um emprego digno que garanta a sua sobrevivência e a de sua família se houver.
Outro fator crucial para as desigualdades e consequentemente para a fome no Brasil é a política de distribuição de alimentos. Como um país que é o maior exportador de carne bovina, entre outros produtos pode ter tamanha pobreza e fome por parte de seus cidadãos? Isso ocorre pois (SIC) a maior parte do capital brasileiro está nas mãos de multinacionais (?) que visam apenas o (SIC) lucro retratado por Karl Marx.
Em um país com tamanha capacidade produtiva de alimentos não deveria haver fome. Isso pode ser conquistado mudando as políticas públicas, criando projetos que tenham como principal finalidade capacitar pessoas para que estas possam criar formas de conseguir sua subsistência, e a cima de tudo, devem ser feitos grandes investimentos na educação, pois foi assim que países europeus após a 2º (SIC) Guerra Mundial conseguiram diminuir drásticamente (SIC) os índices de pobreza e fome.
*Aluno do Colégio João Bento da Costa – Terceirão, turma 09 da tarde.
SIC é uma expressão latina que significa "assim mesmo, dessa forma, foi escrito assim por mais absurdo ou errado que pareça". Por isso, onde aparece esta expressão ou interrogação no texto acima deve-se entender que foi dessa forma mesmo que o aluno escreveu. E claro que isto (os poucos erros) não tira o mérito do bom texto. Uma pena que a maioria dos textos produzidos sobre este tema não tenha correspondido às expectativas. Leitura, meus queridos, leitura e todos terão plenas condições de produzir uma maravilha de texto como este. Precisa dizer que estou orgulhoso?
Parabéns!
Fonte: blogdotionaza.blogspot.com
terça-feira, 28 de abril de 2009
QUANDO NÃO SE ENTENDE O QUE ESTÁ LENDO
Suamy V. Lacerda de Abreu
Professor de História
Quem acessou o blogdotionaza.blogspot.com, e viu a proporção que tomou a contenda criada pelo Artigo “Em Rondônia é assim mesmo...”, de 22 de março de 2009(domingo), com mais de 100 respostas contendo apoios e repúdios e, tiver o mínimo de equilíbrio, após ler alguns posicionamentos de alunos e populares terminará até pela falta de ver o ciclone que a turma do repúdio enxergou dando razão ao “tio Nazareno”. Isso se for considerado que em um estado democrático de direito é livre aos indivíduos a emissão de ponto de vista crítico ou não a respeito de qualquer assunto que lhe incomodar ou que for de interesse público. O que se viu foi um ataque desorganizado, atabalhoado contra o artigo do professor, alguns até duvidando de sua idoneidade moral ou da qualidade de seu trabalho, outros através da livre e espontânea pressão o convidando a retirar-se de Rondônia, enfim um conjunto de posicionamentos insensatos e que terminaram por levar os mais esclarecidos a concordar com o “errado Professor Nazareno” puramente por falta de opção. Talvez o professor não tenha escolhido o melhor jogo de palavras para organizar o artigo de forma que apresentasse a mesma situação sem que a mesma fosse entendida como agressão aos rondonienses. Cabe aqui deixar claro que: quando não se concorda com a tese de alguém, se organiza uma antítese fundamentada em valores contrários ou diferentes apresentando argumentos que contraponham a tese, de forma que se consiga ao menos convencer através de idéias o público alvo à qual foi destinada a tese, isso se considerarmos a premissa que “brigam as idéias não os seres humanos”. Hoje qualquer pessoa que tiver a coragem ou autenticidade para apresentar problemas (falar a verdade) é considerado doido, e foi exatamente isso que aconteceu com o tio Naza. O que a meninada está precisando é ler um pouco mais, mais concentração em leitura para que possam entender o espírito do texto, e de estudar muito para mudar essa realidade cultural brasileira de aceitar as coisas sem questionamento. É lógico que o professor que redigiu o artigo sempre deixou claro não gostar da idéia das usinas de energia, bem como possui ponto de vista formado a respeito dos rumos da cultura regional, de futebol, de religião e outros que inclusive são contrários ao de muita gente, porém realmente necessitamos discutir as questões que envolvem o estado, o município com equilíbrio e elegância, sob a luz da ética, sempre buscando alternativas e nunca convidando cidadãos a “juntar a bagagem” e mudarem-se de cidade ou estado, até porque isso nos tornaria realmente habitantes de um rincão inóspito, criando um problema grave de ter que na pior das hipóteses esvaziar o estado. Tudo indica que grande parte dos leitores, ou não leram o texto todo, ou foram induzidos por alguém a tomar posicionamento imediatista, ou são hipócritas, ou são oposicionistas de plantão ( e aí sim, temos um problema que é o fato de vivermos em meio a extremistas). É preciso com certeza separar o joio do trigo, e entender que parte do que o professor enfatizou foi para despertar nos rondonienses que vivam mais as coisas de sua região, ou seja, que mais ardorosamente demonstrem mais envolvimento com as coisas do estado. Talvez o professor não tenha alcançado seu objetivo, porém uma coisa é certa seu blog foi bem visitado. Amém.
Professor de História
Quem acessou o blogdotionaza.blogspot.com, e viu a proporção que tomou a contenda criada pelo Artigo “Em Rondônia é assim mesmo...”, de 22 de março de 2009(domingo), com mais de 100 respostas contendo apoios e repúdios e, tiver o mínimo de equilíbrio, após ler alguns posicionamentos de alunos e populares terminará até pela falta de ver o ciclone que a turma do repúdio enxergou dando razão ao “tio Nazareno”. Isso se for considerado que em um estado democrático de direito é livre aos indivíduos a emissão de ponto de vista crítico ou não a respeito de qualquer assunto que lhe incomodar ou que for de interesse público. O que se viu foi um ataque desorganizado, atabalhoado contra o artigo do professor, alguns até duvidando de sua idoneidade moral ou da qualidade de seu trabalho, outros através da livre e espontânea pressão o convidando a retirar-se de Rondônia, enfim um conjunto de posicionamentos insensatos e que terminaram por levar os mais esclarecidos a concordar com o “errado Professor Nazareno” puramente por falta de opção. Talvez o professor não tenha escolhido o melhor jogo de palavras para organizar o artigo de forma que apresentasse a mesma situação sem que a mesma fosse entendida como agressão aos rondonienses. Cabe aqui deixar claro que: quando não se concorda com a tese de alguém, se organiza uma antítese fundamentada em valores contrários ou diferentes apresentando argumentos que contraponham a tese, de forma que se consiga ao menos convencer através de idéias o público alvo à qual foi destinada a tese, isso se considerarmos a premissa que “brigam as idéias não os seres humanos”. Hoje qualquer pessoa que tiver a coragem ou autenticidade para apresentar problemas (falar a verdade) é considerado doido, e foi exatamente isso que aconteceu com o tio Naza. O que a meninada está precisando é ler um pouco mais, mais concentração em leitura para que possam entender o espírito do texto, e de estudar muito para mudar essa realidade cultural brasileira de aceitar as coisas sem questionamento. É lógico que o professor que redigiu o artigo sempre deixou claro não gostar da idéia das usinas de energia, bem como possui ponto de vista formado a respeito dos rumos da cultura regional, de futebol, de religião e outros que inclusive são contrários ao de muita gente, porém realmente necessitamos discutir as questões que envolvem o estado, o município com equilíbrio e elegância, sob a luz da ética, sempre buscando alternativas e nunca convidando cidadãos a “juntar a bagagem” e mudarem-se de cidade ou estado, até porque isso nos tornaria realmente habitantes de um rincão inóspito, criando um problema grave de ter que na pior das hipóteses esvaziar o estado. Tudo indica que grande parte dos leitores, ou não leram o texto todo, ou foram induzidos por alguém a tomar posicionamento imediatista, ou são hipócritas, ou são oposicionistas de plantão ( e aí sim, temos um problema que é o fato de vivermos em meio a extremistas). É preciso com certeza separar o joio do trigo, e entender que parte do que o professor enfatizou foi para despertar nos rondonienses que vivam mais as coisas de sua região, ou seja, que mais ardorosamente demonstrem mais envolvimento com as coisas do estado. Talvez o professor não tenha alcançado seu objetivo, porém uma coisa é certa seu blog foi bem visitado. Amém.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
ARTIGO - A gripe suína e o “Espírito de Porco”
- Professor Nazareno*
A recente crise econômica global ainda não deu sinais de acabar e o mundo é sacudido mais uma vez por uma nova e perigosa ameaça: a gripe suína. Originária do México, até agora ela já se alastrou por vários países em pelo menos três continentes. Espanha, Nova Zelândia, Escócia, Canadá e Estados Unidos já têm casos oficialmente registrados. No Brasil há vários casos sob suspeita e as autoridades mundiais estão sob constante alerta. O Governo Federal criou um gabinete para acompanhar a possível evolução da doença no país. Vários aeroportos estão sendo monitorados. A OMS, Organização Mundial da Saúde, da ONU, já alertou autoridades e sanitaristas do mundo inteiro para a possibilidade de uma pandemia. No âmbito local, será que já deslocaram equipes para o Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira?
Em Porto Velho, no entanto, o clima ainda é de tranqüilidade absoluta. Como muitos afirmam e podem até jurar que a crise econômica mundial não chegou por aqui, é bem possível que a “peste dos porcos” nem queira também aparecer entre os rondonienses. O prefeito Roberto Sobrinho nem se pronunciou sobre a estratégia da Prefeitura Municipal e da sua Secretaria de Saúde caso se admita a ‘remota possibilidade’ da epidemia ‘querer beber água do Madeira’. No cenário estadual, o governo de Ivo Cassol também não se pronunciou sobre o perigo iminente. Esta inexplicável tranqüilidade das nossas autoridades tem, certamente, alguma razão aparente: diante da anunciada catástrofe elas ainda dispõem de tempo para confrontar, na mídia, os péssimos números do atendimento (de um e de outro) na área da saúde.
O Hospital de Base Dr. Ari Pinheiro e o Pronto-Socorro João Paulo Segundo devem ser as estratégias apresentadas pelas nossas autoridades para enfrentar a possível crise. Referências nacionais em bom atendimento e também na cura e tratamento de várias patologias, estas duas unidades hospitalares contam com os serviços profissionais de médicos extremamente dedicados, competentes e preocupados com a saúde preventiva da população. Mesmo sendo o estado do país onde existe o menor percentual de médicos por habitantes, Rondônia ainda pode contar com uma excelente rede de Postos de Saúde dos municípios. Em Porto Velho, várias policlínicas: Ana Adelaide, Rafael Vaz e Silva, Alfredo Silva, etc. Na área particular, os planos de saúde (totalmente desnecessários devido à competência do Estado nesta área), poderão servir de auxilio complementar cedendo suas estruturas com tecnologia de ponta e acomodações de Primeiro Mundo.
Certamente a peste suína não vai chegar por aqui. Com água tratada e saneamento básico de fazer inveja a qualquer capital do país, uma infra-estrutura urbana digna das capitais européias, uma excelente rede de atendimento médico nas áreas pública e particular e um clima de “Alpes suíços”, a “cidade das hidrelétricas” está pronta para enfrentar qualquer adversidade. Não será ‘um resfriadozinho qualquer’ que vai nos tirar o sono. Mas nunca é demais lembrar que outra gripe, a Espanhola, há menos de um século, matou mais de 40 milhões de pessoas no mundo inteiro e ceifou a vida até do presidente do Brasil na época, Rodrigues Alves. E os nossos mandatários que se cuidem: com este ‘espírito de porco’, ainda assim, eles não estão imunes a nenhum tipo de doença, principalmente a chamada gripe suína.
*Leciona em Porto Velho (profnazareno@hotmail.com).
A recente crise econômica global ainda não deu sinais de acabar e o mundo é sacudido mais uma vez por uma nova e perigosa ameaça: a gripe suína. Originária do México, até agora ela já se alastrou por vários países em pelo menos três continentes. Espanha, Nova Zelândia, Escócia, Canadá e Estados Unidos já têm casos oficialmente registrados. No Brasil há vários casos sob suspeita e as autoridades mundiais estão sob constante alerta. O Governo Federal criou um gabinete para acompanhar a possível evolução da doença no país. Vários aeroportos estão sendo monitorados. A OMS, Organização Mundial da Saúde, da ONU, já alertou autoridades e sanitaristas do mundo inteiro para a possibilidade de uma pandemia. No âmbito local, será que já deslocaram equipes para o Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira?
Em Porto Velho, no entanto, o clima ainda é de tranqüilidade absoluta. Como muitos afirmam e podem até jurar que a crise econômica mundial não chegou por aqui, é bem possível que a “peste dos porcos” nem queira também aparecer entre os rondonienses. O prefeito Roberto Sobrinho nem se pronunciou sobre a estratégia da Prefeitura Municipal e da sua Secretaria de Saúde caso se admita a ‘remota possibilidade’ da epidemia ‘querer beber água do Madeira’. No cenário estadual, o governo de Ivo Cassol também não se pronunciou sobre o perigo iminente. Esta inexplicável tranqüilidade das nossas autoridades tem, certamente, alguma razão aparente: diante da anunciada catástrofe elas ainda dispõem de tempo para confrontar, na mídia, os péssimos números do atendimento (de um e de outro) na área da saúde.
O Hospital de Base Dr. Ari Pinheiro e o Pronto-Socorro João Paulo Segundo devem ser as estratégias apresentadas pelas nossas autoridades para enfrentar a possível crise. Referências nacionais em bom atendimento e também na cura e tratamento de várias patologias, estas duas unidades hospitalares contam com os serviços profissionais de médicos extremamente dedicados, competentes e preocupados com a saúde preventiva da população. Mesmo sendo o estado do país onde existe o menor percentual de médicos por habitantes, Rondônia ainda pode contar com uma excelente rede de Postos de Saúde dos municípios. Em Porto Velho, várias policlínicas: Ana Adelaide, Rafael Vaz e Silva, Alfredo Silva, etc. Na área particular, os planos de saúde (totalmente desnecessários devido à competência do Estado nesta área), poderão servir de auxilio complementar cedendo suas estruturas com tecnologia de ponta e acomodações de Primeiro Mundo.
Certamente a peste suína não vai chegar por aqui. Com água tratada e saneamento básico de fazer inveja a qualquer capital do país, uma infra-estrutura urbana digna das capitais européias, uma excelente rede de atendimento médico nas áreas pública e particular e um clima de “Alpes suíços”, a “cidade das hidrelétricas” está pronta para enfrentar qualquer adversidade. Não será ‘um resfriadozinho qualquer’ que vai nos tirar o sono. Mas nunca é demais lembrar que outra gripe, a Espanhola, há menos de um século, matou mais de 40 milhões de pessoas no mundo inteiro e ceifou a vida até do presidente do Brasil na época, Rodrigues Alves. E os nossos mandatários que se cuidem: com este ‘espírito de porco’, ainda assim, eles não estão imunes a nenhum tipo de doença, principalmente a chamada gripe suína.
*Leciona em Porto Velho (profnazareno@hotmail.com).
domingo, 26 de abril de 2009
Católicos “made in Paraguai”
Professor Nazareno*
Religião não se discute. Política e futebol também não, diz o anedotário popular. Mas diante de tanta confusão provocada por vários integrantes da Igreja Católica tanto no Brasil quanto em vários países do mundo, a exemplo dos Estados Unidos, onde vários padres recentemente se envolveram em escândalos de pedofilia, não há como deixar de se promover uma boa discussão sobre este assunto. Recentemente o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ex-bispo da Igreja Católica em seu país, assumiu a paternidade de um filho, concebido quando ele, Lugo, ainda era religioso e a mãe do garoto tinha apenas 16 anos. Duas outras mulheres também afirmam que tiveram filhos com o presidente e exigem que ele assuma a paternidade. Há relatos que seriam quase duas dezenas os ‘herdeiros’ do viril religioso, agora sério candidato a “pai de todos os paraguaios”.
Por que integrantes de algumas religiões não podem constituir uma família de forma absolutamente normal? Por que um dos votos da Igreja Católica é justamente o voto de castidade? Os mandatários católicos afirmam ser muito difícil para um homem normal conciliar o sacerdócio com a vida em família. Pura lorota. Os padres e freiras não podem casar para que não apareçam filhos e óbvio, herdarem os bens da Igreja Católica que, aliás, não são poucos. Não é à toa que outro voto seja exatamente a pobreza. Castidade, pobreza e obediência não necessariamente nesta ordem, são os votos que todos os candidatos a padre, ou freira, estão sujeitos a aceitar. Uma verdadeira ditadura teocrática imposta a esses cristãos. Além do mais, no caminho inverso ao que prega a Santa Sé, muitos cristãos católicos têm filhos em vários casamentos e como garanhões, às vezes, se orgulham das muitas mulheres que já tiveram. Cadê a indissolubilidade familiar que pregam para os outros?
Talvez não devêssemos polemizar ainda mais. Afinal, religião é um dos assuntos que não se discute. Mas estaria um religioso apto a opinar sobre temas que desconhece? A sexualidade é um exemplo (Lugo, claro, é exceção). Talvez este seja um dos problemas da iminente extinção dos católicos no Brasil. Em uma publicação do IBGE sobre o censo de 2.000, observava-se que os católicos brasileiros haviam diminuído de 83,8% para apenas 73,8% em apenas uma década. Enquanto isso, os evangélicos tinham crescido de 9% para 15,4%. Hoje, quase uma década depois, estes números estão bem maiores. E se a tendência continuar com este impressionante ritmo, em menos de um século, o Brasil terá que devolver o Núncio Apostólico ao Vaticano. Não seria mais lógico para o catolicismo abolir o celibato clerical para não mais ter alguns de seus integrantes envolvidos em escândalos de pedofilia ou comparecendo às barras dos tribunais e tendo que, humilhados, assumirem a paternidade de vários filhos?
Já pensou se todo mundo resolvesse, como gostaria a Igreja Católica, ser padre ou freira? A população do planeta simplesmente acabaria. A humanidade pararia de crescer. E como ficaria a máxima divina “crescei e multiplicai-vos”? É provável que Deus não veja esta posição da Igreja Católica com bons olhos. Afinal não se pode entender como simples homens decidem interferir no mais sublime dos instintos humanos: a perpetuação da espécie. Como não há sentido em se multiplicar após a morte (levando-se em consideração a existência da vida eterna), os evangélicos e outras religiões ganham espaço neste terreno prometendo o paraíso aqui mesmo na terra e praticando sexo, muito sexo mesmo. Só que de maneira legal e ética e evitando assim esse constrangimento perante o mundo que se diz civilizado.
*O professor Nazareno leciona em Porto Velho.
Religião não se discute. Política e futebol também não, diz o anedotário popular. Mas diante de tanta confusão provocada por vários integrantes da Igreja Católica tanto no Brasil quanto em vários países do mundo, a exemplo dos Estados Unidos, onde vários padres recentemente se envolveram em escândalos de pedofilia, não há como deixar de se promover uma boa discussão sobre este assunto. Recentemente o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ex-bispo da Igreja Católica em seu país, assumiu a paternidade de um filho, concebido quando ele, Lugo, ainda era religioso e a mãe do garoto tinha apenas 16 anos. Duas outras mulheres também afirmam que tiveram filhos com o presidente e exigem que ele assuma a paternidade. Há relatos que seriam quase duas dezenas os ‘herdeiros’ do viril religioso, agora sério candidato a “pai de todos os paraguaios”.
Por que integrantes de algumas religiões não podem constituir uma família de forma absolutamente normal? Por que um dos votos da Igreja Católica é justamente o voto de castidade? Os mandatários católicos afirmam ser muito difícil para um homem normal conciliar o sacerdócio com a vida em família. Pura lorota. Os padres e freiras não podem casar para que não apareçam filhos e óbvio, herdarem os bens da Igreja Católica que, aliás, não são poucos. Não é à toa que outro voto seja exatamente a pobreza. Castidade, pobreza e obediência não necessariamente nesta ordem, são os votos que todos os candidatos a padre, ou freira, estão sujeitos a aceitar. Uma verdadeira ditadura teocrática imposta a esses cristãos. Além do mais, no caminho inverso ao que prega a Santa Sé, muitos cristãos católicos têm filhos em vários casamentos e como garanhões, às vezes, se orgulham das muitas mulheres que já tiveram. Cadê a indissolubilidade familiar que pregam para os outros?
Talvez não devêssemos polemizar ainda mais. Afinal, religião é um dos assuntos que não se discute. Mas estaria um religioso apto a opinar sobre temas que desconhece? A sexualidade é um exemplo (Lugo, claro, é exceção). Talvez este seja um dos problemas da iminente extinção dos católicos no Brasil. Em uma publicação do IBGE sobre o censo de 2.000, observava-se que os católicos brasileiros haviam diminuído de 83,8% para apenas 73,8% em apenas uma década. Enquanto isso, os evangélicos tinham crescido de 9% para 15,4%. Hoje, quase uma década depois, estes números estão bem maiores. E se a tendência continuar com este impressionante ritmo, em menos de um século, o Brasil terá que devolver o Núncio Apostólico ao Vaticano. Não seria mais lógico para o catolicismo abolir o celibato clerical para não mais ter alguns de seus integrantes envolvidos em escândalos de pedofilia ou comparecendo às barras dos tribunais e tendo que, humilhados, assumirem a paternidade de vários filhos?
Já pensou se todo mundo resolvesse, como gostaria a Igreja Católica, ser padre ou freira? A população do planeta simplesmente acabaria. A humanidade pararia de crescer. E como ficaria a máxima divina “crescei e multiplicai-vos”? É provável que Deus não veja esta posição da Igreja Católica com bons olhos. Afinal não se pode entender como simples homens decidem interferir no mais sublime dos instintos humanos: a perpetuação da espécie. Como não há sentido em se multiplicar após a morte (levando-se em consideração a existência da vida eterna), os evangélicos e outras religiões ganham espaço neste terreno prometendo o paraíso aqui mesmo na terra e praticando sexo, muito sexo mesmo. Só que de maneira legal e ética e evitando assim esse constrangimento perante o mundo que se diz civilizado.
*O professor Nazareno leciona em Porto Velho.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Indigna ação.
O brasileiro é um barrista não porque trabalhe em barras-fixas, pois nem todos são ginastas, apesar da grande maioria fazerem ginástica para poder viver com a miséria que ganham. Alguns são oleiros é modelam o barro, mesmo os que não fazem tijolos, telhas, bilhas, potes, esculturas de barro e etc. São todos barristas ou pseudo-barristas, já que todos do seu modo defendem seu torrão natal. Mas não é amor a terra onde nasceu, o que sente estes ufanos defensores do seu lugar natural. Acredito que seja uma autodefesa. Quando um forasteiro fala mal do nosso lugar ficamos todos melindrosos e gritamos logo,alto lá! Isto existe em todo o mundo, não é coisa apenas daqui. Agora, eu vós pergunto, quando agimos assim, não estamos sendo covardes e empurrando a sujeira para debaixo do tapete. A boa justiça não começa de casa? Quando o ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso disse que o Brasil era um país provinciano, muitos se chocaram, e ficaram ofendidos. Mas não é verdade? Este lado melindroso do povo brasileiro seria salutar se reverter-se em indignação e repulsa à banalização de todos os erros e males de nossa sociedade. Para começar, se este falso melindre produzir-se uma autocrítica seria um ótimo começo para eliminarmos os males éticos e morais seculares que corroem o seio da nossa sociedade, e que herdamos dos tempos coloniais. Nos últimos dias em nossa cidade se criou uma celeuma por nada, só por causa de algumas verdades que foram publicadas na internet, a respeito da falta de estrutura, do provincianismo, do improviso eterno, da falta de polidez , de cortesia, e por ter falado do exerço de grosseria de muitos, da falta de consciência política e social de nosso povo, e do exerço de atos esdrúxulos, escusos e imorais dos homens públicos do legislativo e do executivo de nosso Município e do nosso Estado. Alguns em maior grau de gravidade e outros menor, mas não existe meio corrupto. Quem desviou um centavo de real, é corrupto da mesma forma de quem desviou milhões de reais. Não existe meio corrupto. Diante de tudo isso e da certeza que temos um espírito de tartaruga, lembrei dos versos de Samuel Rosa e Chico Amaral, “A nossa indignação/ É uma mosca sem asas/ Não ultrapassa as janelas/ De nossas casas.”¹ Será que a nossa nação é indigna? Não indignar-se com as afrontas cotidianas, com as ações vergonhosas, com as injustiças sociais? será que as indignas ações brasileiras de autoridades ou de homens comuns, são banalidades, frivolidades e não merece ser divulgadas e combatidas? E quem as expõem, são inimigos da pátria, do povo e da ordem e merecem ser condenados? Ou será que são verdadeiros amantes da terra natal e são homens dignos porque são cheios de indignação e de ações.
Prof. Cícero
http://latuscultus.blogspot.com/
Prof. Cícero
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domingo, 19 de abril de 2009
O GÊNIO CHAMADO CARTOLA
A genialidade não escolhe classe social,ela é inerente ao ser humano.A vida parece querer ensinar-nos uma lição de simplicidade.Somos teimosos,ser simples com naturalidade não é tão fácil.O encanto que enche as nossas almas está na simplicidade e genialidade desse poeta da vida.Sua vida é comum a maioria dos brasileiros,de origem humilde,sobrevivia como podia e graças a sua perseverança temos inúmeras canções imortalizadas pelo talento desse personagem.Não foi difícil os grandes poetas e compositores de sua época reconhecerem a beleza de seu trabalho.No morro fez sua escola e uma das mais tradicionais agremiações do samba o tem como fundador,seus belos enredos ainda são e serão motivo de embevecimento.
Ah,Mangueira tua grandeza está enraizada na figura desse ícone do samba.Como não reverenciar também dona Zica que junto com Cartola a tornaram grande?Mas o motivo de agora não é tu ó Verde e Rosa de emoções,tu foste a vida dele e separá-los seria uma heresia.De ti também guardo admiração. As dores e amores do nosso artista ímpar estão representadas em suas composições,mal sabia que uma multidão também sentia e ainda sente o mesmo,como diz uma delas em homenagem a ti a parafrasearei "nós exalamos o perfume que roubamos de tuas palavras",tu tocaste fundo em nossos corações. Quem te visse passar pelas ruas agora,não saberia tratar-se de um anjo que nos reconforta com as palavras.Estamos cada vez mais escravizados pelas aparências que esquecemos a essência do ser e isso é intransferível,tua essência permeia a nossa vida.Dizê-lo grande é poder usufruir dela e tornar nosso dia mais belo.Não ,não anuncio a hora da partida,pois cada vez que ouvimos suas canções mais cresce em nós o desejo de ouvi-lo mais,afinal tu és fonte inesgotável de inspiração.

categoria: crônica
www.poesiemfoco.blogspot.com
Ah,Mangueira tua grandeza está enraizada na figura desse ícone do samba.Como não reverenciar também dona Zica que junto com Cartola a tornaram grande?Mas o motivo de agora não é tu ó Verde e Rosa de emoções,tu foste a vida dele e separá-los seria uma heresia.De ti também guardo admiração. As dores e amores do nosso artista ímpar estão representadas em suas composições,mal sabia que uma multidão também sentia e ainda sente o mesmo,como diz uma delas em homenagem a ti a parafrasearei "nós exalamos o perfume que roubamos de tuas palavras",tu tocaste fundo em nossos corações. Quem te visse passar pelas ruas agora,não saberia tratar-se de um anjo que nos reconforta com as palavras.Estamos cada vez mais escravizados pelas aparências que esquecemos a essência do ser e isso é intransferível,tua essência permeia a nossa vida.Dizê-lo grande é poder usufruir dela e tornar nosso dia mais belo.Não ,não anuncio a hora da partida,pois cada vez que ouvimos suas canções mais cresce em nós o desejo de ouvi-lo mais,afinal tu és fonte inesgotável de inspiração.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Célula-tronco confronta Obama e Igreja Católica
Cidade do Vaticano - O presidente dos EUA, Barack Obama, entrou em rota de colisão com o papa Bento XVI e com a Igreja Católica norte-americana ao suspender na segunda-feira as restrições ao uso de verbas federais para pesquisas com células-tronco embrionárias. Líderes do Vaticano e da Igreja nos EUA e na Itália criticaram a decisão. A medida assinada por Obama reverte e repudia as restrições adotadas por seu antecessor, George W. Bush, e permite que laboratórios de todo o país comecem a trabalhar com esse tipo de células-tronco, espécie de “manual de instruções” capaz de dar origem a qualquer tipo de tecido ou órgão. Os cientistas esperam que as pesquisas levem à cura de diversas doenças degenerativas, e dizem que as pesquisas com células embrionárias são mais promissoras, embora tenha havido recentes avanços no uso de células adultas. Já os grupos religiosos se opõem ao uso de embriões por considerar isso uma forma de aborto. Os defensores da prática dizem que os embriões usados, que sobram em clínicas de fertilização, seriam descartados de qualquer maneira. O cardeal Justin Rigali, presidente do comitê de atividades pró-vida da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, qualificou a decisão de Obama como “uma triste vitória da política sobre a ciência e a ética”. “Esta ação é moralmente errada porque encoraja a destruição de vida humana inocente, tratando seres humanos vulneráveis como meros produtos a serem colhidos”, acrescentou. Um artigo publicado ontem no jornal L’Osservatore Romano, porta-voz extraoficial do Vaticano, disse que “uma real democracia” deveria se fundamentar na proteção da dignidade humana em todas as fases da sua existência. Monsenhor Elio Sgreccia, importante especialista em bioética do Vaticano, disse à imprensa italiana que “o motivo para esta decisão deve ser visto sob a pressão dos lucros”.(Fonte: Gazeta do Povo)
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