domingo, 13 de dezembro de 2009

GALERA JBC: APROVADOS PARA 2ª FASE - UNIR 2010

ADMINISTRAÇÃO

Valter Rodrigo da Silva Volpi – t2

Ana carolina Morais – t4

Jana Aparecida Pereira Lopes – t6

Luciana Arcanjo Silva – t8

Ângela Maria Nascimento – t6

Sheila Fernandes Machado –t3

Valessa Gama-t11

Maiara Almeida Feitosa – t9

Bruna da Silva Freitas

Marina da Silva –

Gabriel Pescador da Silva – t3

AGRONOMIA

Lucas Nunes Limana – t1

Iury Jainan da Silva Brito – t2

Ariele Paiva daSilva – t10

Aderval Antonio R. Abreu

CIÊNCIAS SOCIAIS

Marla Anaiê Belfort – t1

Michele Silva Marques – t2

Ana Carolina Vasconcelos – t1

Cristina Ramos – t5

Fabrício Brenner barbosa – t12

Alisson Ângelo da Silva Viana – t10

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

1.Andressa de Jesus França – t2

2.Amanda Nonato dos Santos – t3

3.Carine Silva Brito – t4

4.Alana Adolfo Ferreira – t5

5.Aline Souza da Fonseca – t5

6.Aline Araújo de Souza – t6

7.Raíris Ferreira Rodrigues – t6

8.Elaine Batista Ferreira – t7

9.Alyne Cunha Alves – t8

10.Ingride Luciane Santos Brito – t8

11.Alan Ramos da Silva – t9

12.Jenifer Luana de Almeida Felipe – t10

13.Vitória Régia – t13

14.Vanessa Cristine da Silva – t13

Iohana Maiume Candeira Alves T12

.Mayra Silva Arruda Sobrinho

CIÊNCIAS CONTÁBEIS(37)

Adriane Granjeiro de Araújo – t4

Isadora macieira dos Santos – t5

Juliana da Silva Teles – t5

Amanda Vilarim Faustino – t7

Denise da Silva Oliveira – t7

Yanna Caroline Garcia – t9

Mateus Ramos Pereira – t11

Andressa Silva Souza – t11

Cleidiane Braga Mendes

Olívia Pereira Maurício

Taina Bassanin

Laércio Schumann Filho

CIÊNCIAS ECONÔMICAS

Sara Martins – t1

Elissandra Oliveira de Souza – t2

Elitânia Frota do nascimento – t4

Nayara dos Santos Gonçalves – t7

Eduardo Almeida Ferreira – t8

Jhonnathan Reis Pinheiro – t8

Kleyve Jorge Brito – t8

Bruno Soares da Silva – t9

Márcia da Silva Lima – t9

Eva Camila Nascimento de Melo – t12

Luciana Pires de Souza – t11

Cleiton Dion

DIREITO

(51 – 1º sem e 50 2º sem)

Fabio leal da Silva – t1(2º sem)

Joice L. Lima – t1

Tiago Batista Ramos – t2 (1ºsem.)

Guilherme matos Rosa – t4

Fernanda Fernandes Silva – t8

Alisson Barbalho Marangoni – t12

Rommening dos Santos Silva

Tatiana Barroso Freitas – t6

Giovani Martins Andrade Cardoso (2º ano)

ENG.FLORESTAL

Andréia Lopes – t1

Caren Ferreira-t11

ENG.CIVIL(47)

Thais Dutra de Souza – t4

Vanessa de Oliveira – t5

Charles henrique Soares – t7

Uéliton Cupertino Souza – t9

Aurélio Júlio Nogueira – t10

Vanessa Macalli de Oliveira – t10

COLLIEN RODRIGO DE OLIVEIRA NÉRY(2º ano 14)

ENG.ELÉTRICA

Artur Rosendo Vidal – t2

Clóvis Germano Neto – t2

Átila Mendes carvalho – t4

Queitiane castro Costa – t4

Blenda Fonseca Aires Telles – t6

Cristien Jhonatan benjamim – t8

Marcos Silva de melo – t8

Cleidilson Oliveira da Silva – t9

Bruno Figueiredo da Silva – t10

Igor EsmiteBarroso – t10

Lucas Ronconi de Lima – t11

Gelson Barros Cardoso – t12

Dener Bruno Silva Oliveira (2º ano 8)

Mirele Jesus Pereira (2º ano 14)

Thiago de Oliveira Correia

ENG.AMBIENTAL(35)

Nágilla Carine Magalhães – t1

Ana Beatriz Brandão Compassi – t3

ESPANHOL

Caren Beleza daSilva – t1

Giliane Silva Macedo – t1

Tailan Ricardo Moraes – t2

Jersica Caroline Lima Correa – t3

EDUCAÇÃO FÍSICA

1.Dione dos santos Cangussu – t1

2.Tâmara C. de Oliveira – t1

3.Mary Glayciane Gularte – t2

4.Simy Larissa Chaves – t2

5.Talita Brasil – t2

6.Jásmilon Albino Leite – t3

7.Diego Vieira de Abreu – t5

8.Paulo Roberto de Sousa – t5

9.Rafaela Constância – t6

10.Suellen dos Santos Simão – t6

11.Rodrigo Vinícius P.Pierim – t8

12.Thais Quetlen da Silva Lima – t9

13.Daiane pantoja Campos – t12

14.Valeska Iscarlathe Lopes Alves – t12

15.Dênis Mesquita de Souza – t13

16.Bruniele Silva Garcia – t13

Luis Fernando Oliveira LKima-t3

Antônio Edmar J.F. Júnior – t11

ENFERMAGEM

Edvan Ferreira de Menezes – t5

Jéssica Gomes da Silva – t6

Thaís Custódio Aguiar – t6

Maíra Muniz Lima – t7

Aline de Oliveira Conceição –t9

Catiúscia Sanara de Oliveira – T9

.Queslei do Amparo – t11

Valberson Oliveira da Criz – t11

Adiliane da Silva belermino – t12

Vanusa Gonçalves Teixeira – t12

Gisele Souza Sabino – t13

Núbia Ferreira de Araújo t5

Maíra Muniz Lima

Camila Francischimi Leal

Valéria Medeiros Soares

Iná Ineran Gomes de Carvalho

Maxssuellen Almeida

Maria Fernanda Cardozo

FISICA

Soráia Teixeira Arrais – t2

Jéssica Aranha Rocha – t6

Leide daiane barbosa Braga – t9

Jodson Aubert Alves – t13

GEOGRAFIA

Vagner Ferraz Pereira – t3

Josinei Moreira – t4

Welington Guimarães Libório – t4

Vanessa Ferreira de Menezes – t5

Sidleia Menezes Medeiros – t7

Tito José De Barba Acarona – t7

Jéssica Graciela Farias Cruz – t11

Wanderson Diniz Branco – t13

Arlisson Bezerra de Lima – t13

Ângela Mara Silva Marinho – t11

HISTÓRIA

Dagma martins Almeida – t3

Paula de Siqueira – t5

Zilma nascimento de Lima – t5

Hiago de Paiva Cardoso – t5

Camila Felisberto Sousa – t6

Ângela Maria Silva Marinho – t11

Jéssica da S|ilva Sousa-t13

INFORMÁTICA

Cleber Gomers Bessa – t1

Felipe Bruno Marques – t3

Michel Fadoul – t3

Rian marcel Sampaio – t3

Shander Franklin Pereira – t5

Diego Alisson Souza Rodrigues – t6

Douglas Ricardes Chaves – t6

Ana Paula Rocha Albuquerque – t7

Felipe Nascimento Cruz – t7

Renato do Nascimento – t8

Bruno Moreira Silva – t9

Renato Santos faria – t9

Vitor Soares Lima – t9

Kliger Pontes Resende – t10

Fernando José Oliveira – T11

Patric da Cruz Pedrosa – t13

Nicolas Dil Ripke-t12

Ana Paula Rocha Albuquerque – t7

JORNALISMO

Ana carla Maia – t1

Gilmara Silva Campos – t11

LETRAS/port

Jazilane Pessoa Oliveira-t2

Sândi Dias Pontes – t9

LETRAS/INGLÊS

Geane martins Alencar – t2

Ahilla Diandrea Dafne – t12

Eric Vieira – t8

Renata Maiara Afonso Cunha

MEDICINA

Thiêgo Maia Menezes – t8

MATEMÁTICA

Jóris Rudá Sales Zanella – t4

Jaíne leite Fonseca – t6

Francisca Leonara Maia – t13

Aldefran Santana Guedes – t6

Aline Raiane Augusta Ramos – t12

Amanda Coelho – t14 (noturno)

DAVID WILLIANS DOS SANTOS PIMENTEL(de 2008)

PEDAGOGIA

Vanessa Silva Santana – t1

Regiane Oliveira Silva – t6

Cássio da Silva Cabral – t7

Cathlen Lemos da Silva –

PSICOLOGIA

Milene Cristina Diniz Furtado – t3

Macson de Freitas Fonseca – t4

Renata Rúbia de Moura – t7

Ana Maria Macário mathias – t10

QUIMICA

Daiane Saraiva Oliveira – t1

Michele Roberta da Silva – t9

Betânia Gonçalves Nunes –

Valmen Francisco Gomes -

ARQUEOLOGIA

Gisele Moreira de Almeida – t5

Carina Letícia Campos Santos – t8

Ananda Maria Mota Ribeiro – t12

Nayara Cristina Trochmann-t12

MÚSICA

Rodrigo Zamora Medeiros – t7

Edmislson Júnior F. Rocha

ARTES VISUAIS

Gilderlan José Azevedo – t8

TEATRO

Laís Costa de Oliveira – t11


Parabéns galera JBC!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Rondônia tem História?


Os “zeróis” de Rondônia


Professor Nazareno*


Quase todos os países e nações do mundo baseiam sua história na bravura e nos feitos de alguns de seus filhos ilustres. Difícil não entender por que os franceses têm na figura do ditador Napoleão Bonaparte um de seus ícones, os ingleses homenagearem o almirante Nelson, além dos seus reis e rainhas e os norte-americanos verem em Abraão Lincoln, George Washington, Martin Luther King e até no pervertido John Kennedy exemplos de pessoas que devem permanecer na História dos seus lugares como verdadeiros heróis. São pessoas que, de uma forma ou outra, marcaram o seu tempo. Imprimiram a sua forte presença nos manuais de História ensinados nas escolas.

Até o Acre tem os seus heróis. Chico Mendes, que esteve à frente de sua realidade ao defender o meio ambiente quando ninguém tinha consciência ou coragem para fazê-lo, é endeusado no mundo inteiro como um defensor da floresta e herói do seu tempo. O humilde seringueiro de Xapuri foi reconhecido nos cinco continentes e recebeu, além do reconhecimento, muitos prêmios internacionais. Marina Silva, amiga e contemporânea do "amigo da floresta", apesar de ter pertencido durante muito tempo ao PT, o “partido dos mensaleiros”, atualmente desponta no Brasil com uma liderança política capaz de fazer frente aos mais conhecidos e renomados políticos do país.

Rondônia não tem heróis, nunca teve e nem também ninguém que tenha se destacado sequer a nível nacional ou mesmo regional. Carlos Ghosn, presidente da Nissan, nascido em Porto Velho em 1954, se naturalizou francês. José Maurício Bustani, porto-velhense nascido em 1945, talvez nunca mais tenha vindo aqui depois que foi embora e se formou pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, a PUC, em 1967. Quem conhece alguma declaração deles falando sobre sua terra de origem? A maioria dos coronéis que governaram isto aqui morreu nos seus estados de origem sem ao menos lembrar da existência das “Terras Karipunas”.

Além de não ter heróis, Rondônia quase não tem história também. Os rondonienses demoraram mais de 29 anos para entender que a data da criação do seu próprio Estado coincidia com a lei que transformara o antigo Território Federal de Rondônia em Estado. Todo mundo sabe, há muito tempo, que a data em que nascemos não é a data em que fomos registrados. Óbvio isto. O dia 04 de janeiro (tem até bairros na capital com este nome) foi comemorado inutilmente durante todo este tempo pelo povo daqui como se fosse tudo normal, com direito até a feriado estadual e comemorações. Devemos rasgar todos os livros de História Regional ou reescrevê-los?

Foi preciso um acreano da gema, Odacir Soares, propor a mudança de datas ao governo local. Guardadas as devidas proporções, é a mesma coisa que dizer a um brasileiro nato, e que tenha estudado o suficiente, que 22 de abril de 1500 é a data da Inconfidência Mineira. “Os grandes incentivadores e defensores da cultura local”, assim como os historiadores da região também não perceberam isto, ou não se interessaram? Não tiveram visão suficiente para entender “o difícil e complicado” jogo de datas que sempre homenageia os vencedores em detrimento dos vencidos. Será que estamos precisando mesmo de heróis?


*É professor em Porto Velho.

sábado, 28 de novembro de 2009

E Moreira lançou o "Tetralogia do nada"


Carlos Moreira, “o poeta do Nada”


Professor Nazareno*


Em momento algum pensei em substituir a contração do título (de + o) por uma preposição (de). Você me conhece, amigo: com o meu olhar “doente e torto” e diante do seu excelente trabalho quase que isto acontecia: Evangelho Segundo Ninguém, Trilogia do Vazio, Não e Nada são obras que remetem aos incautos e desavisados a idéia de que você ainda não escreveu. Talvez por isso, a sua poesia “sempre dialogou com o silêncio: se as palavras servem para esconder, o essencial está no não-dito, no interdito: poesia enquanto síntese, linguagem carregada de sentido em seu quase-nada: aquilo que se pensa não é aquilo que se escreve que não é aquilo que o leitor-autor entende: comunicação enquanto re-in-versão, invenção”.

Além do mais, você poetizou “a Pérola das Pérolas”, a “Veneza de Rondônia”, a Calama velha de guerra: lobos e urubus/ caminham entre crianças/ o dia é claro/ estou à beira do abismo/ e observo silenciosamente/ e sinto em cada hora o mesmo grão/ meu coração está em toda parte/ por todo lado meu olhar passeia/ e se transforma no espelho circular/ desenhado sobre o lago/ eu nada peço: nada/ me oferecem/ a tarde escorre /e o universo dorme/ devagar. Não só a poetizou quando lá esteve, como também, viu, sentiu, dormiu, comeu, bebeu, pensou e refletiu. Coisas de poeta mesmo. Por isso o barranco devia te agradecer envaidecido. Não seria o momento de pensar em lançar futuramente um tal de “Os Evangelhos das Escrituras Beiradeiras?”.

Obrigado, grande amigo, pois me identifico com muito do que vi nas obras: “desculpe farpas e espinhos/ é que nasci sem pele/ e vou me cobrindo com o que encontro/ pelo caminho”. Ah! Se tivesse a sua verve! Maldizia Porto Velho, maldizia Rondônia, maldizia o Nordeste, maldizia o Brasil, maldizia a cultura ocidental, maldizia o mundo habitado por humanos (?) e hipócritas. E sem ameaças, continuava a escrever contra tudo e todos e ainda coçava a barriga cheia de cerveja vendo, sem culpa alguma, “a fumaça dos crematórios subir aos ares” enquanto, num bar, vibrava com os gols do meu Flamengo, tecia loas aos governantes patifes, transformava o telurismo em religião, mandava os tristes viverem felizes e por tudo isso ainda recebia efusivos aplausos.

E para quem não acreditar que ainda esteja vivo, diga-lhes que no além é tudo como aqui. Digo isto porque “já morri várias vezes” e sem cansar de tanto morrer, ainda semeio palavras que procuram a morte. Gostaria, assim como você o faz, de dialogar com o silêncio, de ser sutil e educado, mas só vejo sentido nas palavras quando elas atiçam o “contrapelo”, irritam, enfurecem, provocam reações. A sua obra vai certamente deixá-lo bem vivo por muito tempo. Só não o invejo porque já disse que trocaria a oportunidade de lançar um livro pela possibilidade de montar um cabaré e vender cachaça para as putas, pois neste “brasil” seria uma profissão com possibilidades de ficar rico. Ter um filho, plantar uma árvore e montar um cabaré. Para quê querer mais?


*Professor Nazareno leciona em Porto Velho.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Quem vence, fala!


“O vencedor fica com tudo”


Professor Nazareno*


O título deste texto é também o mesmo de uma música do grupo musical sueco ABBA que fez sucesso nos últimos anos 70 e 80 em todo o mundo. “The winner takes it all” era o nome original, em inglês, da música que embalou multidões de jovens e que mostrava na letra apenas desilusões amorosas. Mas é incrível como a fantasia insiste em copiar a realidade ou vice-versa. Na História da humanidade sempre foi assim. A versão contada é sempre a do vencedor. Quem perdeu geralmente está morto no campo de batalha e nada pode contar, quase não existe a versão de quem não ganhou uma guerra.

Os Nazistas, por exemplo, não triunfaram durante a Segunda Guerra Mundial. Por isso a versão mais aceita deste episódio que marcou a História da humanidade será sempre a dos Aliados e vencedores do conflito. Que os Nazistas foram cruéis, parece não haver dúvidas. Mas e os norte-americanos com Hiroshima e Nagasaki foram bonzinhos? Os massacres perpetrados contra a população civil anos depois pelos “ianques” na guerra do Vietnã não contam? Por que quando se fala de Hitler e seus seguidores primeiro não se mencionam as imposições do Tratado de Versalhes que tanto humilharam a Alemanha?

No início da década de 90 quando o Capitalismo triunfou sobre os regimes do Leste Europeu, os holofotes logo se viraram para denunciar as mazelas do Comunismo. Caiu o Muro de Berlim, um símbolo erguido pelos comunistas, mas ninguém percebeu e nem a mídia falou que em apenas 20 anos foram erguidos no mundo pelo menos três outros muros: um separando os israelenses do povo palestino, outro entre os Estados Unidos e o México para conter a onda migratória dos mexicanos e o outro no Brasil, nas favelas do Rio de Janeiro, para “evitar construções e deter a especulação imobiliária”.

No Brasil, quando a Ditadura Militar caiu de podre, veio a Nova República com propostas de mudanças na sociedade. Tivemos uma Constituinte, conquistamos amplas liberdades em todas as áreas, avançamos na área dos Direitos Humanos, viramos país emergente, mas nada falamos das conquistas que aconteceram na época do Milagre Econômico ainda no início da década de 1970. Para muitos historiadores, aquele tempo foi marcado principalmente pela repressão política, pela tortura, falta de democracia e pelos temidos DOI-CODI. Hoje, falar mal dos militares brasileiros dá até Ibope.

Por isso, é preciso muito cuidado quando se falar bem (ou mal) de um governante, qualquer que seja ele. Em Rondônia, se o Governador Ivo Cassol perder o mandato sob a acusação de compra de votos será execrado publicamente pelos seus adversários. Se for absolvido, virará herói e passará para a História política deste lugar como um semideus. Tenha feito coisas erradas ou não. E como na letra da canção dos ABBA, “O vencedor leva tudo/ O perdedor fica menor/ Ao lado da vitória/ Está o seu destino”, ou seja, a vitória tem muitos e incontáveis pais, mas a derrota é órfã.


*É professor em Porto Velho


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Poeta lança obra “Tetralogia do Nada” na Casa da Cultura Ivan Marrocos dia 28


Poeta lança obra “Tetralogia do Nada” na Casa da Cultura Ivan Marrocos dia 28

O poeta Carlos Moreira lança sua Tetralogia do Nada dia 28 de novembro, em Porto Velho, Rondônia.

Onde: Casa de Cultura Ivan Marrocos
Quando: 28 de novembro, às 19 horas

A poesia de Carlos Moreira sempre dialogou com o silêncio: se as palavras servem para esconder, o essencial está no não-dito, no interdito: poesia enquanto síntese, linguagem carregada de sentido em seu quase-nada: aquilo que se pensa não é aquilo que se escreve que não é aquilo que o leitor-autor entende: comunicação enquanto re-in-versão, invenção. Tetralogia do Nada reúne livros que, dentro da obra do poeta, tocam a questão do silêncio: Evangelho Segundo Ninguém, Trilogia do Vazio, Não e Nada. Carlos Moreira nasceu em 1974 e alguns acreditam que ainda esteja vivo.

desculpe
farpas
e espinhos

é que nasci
sem pele

e vou me
cobrindo
com o que
encontro
pelo caminho
(Carlos Moreira)

sábado, 21 de novembro de 2009

LER DEVIA SER PROIBIDO

LER DEVIA SER PROIBIDO
Guiomar de Grammon


A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.

Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular um curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano.

Guiomar de Grammon é graduada em História, Licenciatura Plena e Bacharelado, pelo Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto, em Minas Gerais.
In: PRADO, J. & CONDINI, P. (Orgs.). A formação do leitor: pontos de vista. Rio de Janeiro: Argus, 1999. pp.71-3.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Desenvolvimento Sustentável



























Trabalho realizado na Escola João Bento sob a coordenação prof. Francisca Janoca.






quinta-feira, 19 de novembro de 2009

VESTIBULAR: Chegou a hora da prova!!!

"Você sabe que, como todo mundo, merece ser feliz, não sabe?Mas, por favor, não se compare com ninguém.Entenda que você é único.Lance seu desafio ao universo e diga: agora é minha vez!!! Sua determinação é do tamanho da sua necessidade.Uma estrada só se vence quando se dá o primeiro passo sem olhar para a distância.Faça coisas simples e de forma simples. Não viva de aparências. Seja você mesmo e se aceite.Faça de cada dia, um novo dia de vitória.Diga antes de levantar "bom dia" para a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo! (Olhe no espelho). Você está pronto para prosperar... E ser feliz, é a escolha que cabe a você nesse momento.Faça você por merecer!Agora é sua vez."

DIREÇÃO E PROFESSORES JBC DESEJAM A TODOS OS VESTIBULANDOS SUCESSO!



video

JBC/2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Equipe Futsal feminino da Escola João Bento da Costa é vice-campeã das Olimpíadas Escolares foi recebida com honra pela Comunidade Escolar



A equipe de futsal da Escola João Bento da Costa de Porto Velho sagrou-se vice-campeã do futsal feminino das Olimpíadas Escolares Brasileiras, que estão sendo disputadas em Londrina e Maringá,no Paraná.



Medalhas Olimpíadas Escolares, Rondônia conquista a prata

Numa partida emocionante, disputada na quadra do Country Clube de Maringá, a equipe rondoniense acabou sendo derrotada na final pelo CENEC de Brusque, campeã catarinense da modalidade, pelo placar de 6 x 1. Mesmo com o placar altamente favorável à equipe catarinense, a torcida local reconheceu o esforço das meninas de Rondônia, que jogaram inferiorizadas devido a contusões de duas jogadoras, e foram superadas por uma adversária bem mais forte fisicamente.

A equipe da Escola João Bento também foi surpreendida pela eliminação da Escola Cristóvão, do Rio Grande do Sul, que seria sua adversária na final nesta terça-feira em Maringá, devido a irregularidade com uma de suas atletas. Com a decisão a equipe de Maringá foi beneficiada com a medalha de bronze, sem precisar entrar em quadra para jogar.

O Comitê Organizador divulgou na noite de segunda-feira, véspera da partida, Nota Oficial confirmando que o CENEC Honório Miranda, de Brusque, Santa Catarina - que foi derrotado pelas gaúchas na semifinal - seria o adversário de Rondônia na final.

As meninas de prata do João Bento retornarão nesta quarta-feira à Porto Velho e serão recebidas pela secretária de Educação, professora Marli Cahulla, quando serão parabenizadas pela excelente campanha nas Olimpíadas Escolares Brasileiras 2009.



Confira a Nota Oficial do C.O.O.E.

O Comitê Organizador das Olimpíadas Escolares 2009, de 15 a 17 anos, informa que a equipe da Escola Cristóvão (RS) não disputará a final da Primeira Divisão do torneio feminino de futsal das Olimpíadas Escolares 2009, nesta terça-feira, dia 10. A chefia da delegação do Rio Grande do Sul, por meio da Sra. Danuza Zanella, retirou o time da competição após ser constatada uma irregularidade na inscrição de uma de suas atletas.

A equipe do CENEC Honório Miranda (SC) substituirá o time gaúcho na decisão do título do torneio, diante da Escola João Bento (RO). Com isso, o Colégio Gastão Vidigal, de Maringá, assume automaticamente a terceira colocação na disputa, sem a necessidade de confronto.

Maringá, 9 de novembro de 2009
Comitê Organizador das Olimpíadas Escolares

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Daniel Lima-JBC - Destaque na Olimpíada Escolar em Londrina

Rondoniense se destaca na Olimpíadas Escolares com as finais de natação
Segunda-Feira , 09 de Novembro de 2009 - 9:03

O domingo (8) amanheceu chuvoso em Londrina, onde acontecem as provas de handebol e natação das Olimpíadas Escolares Brasileiras 2009. Enquanto a equipe masculina de handebol da Escola Álvares de Azevedo, de Vilhena, enfrentava a equipe do Amazonas, um grande público lotou as piscinas do Londrina Country Clube, onde aconteciam as finais da natação que aconteceram sob chuva durante toda a manhã, a ponto da premiação acontecer no salão de festas do clube.

Mesmo com o mau tempo o nadador Daniel Lima, do Colégio João Bento da Costa de Porto Velho, mais uma vez nadou contra os melhores do país no 50 metros nado costas e chegou na sexta posição, melhorando sua marca pessoal. Daniel estava em desvantagem por ser este o seu primeiro ano como juvenil, enquanto os demais nadadores eram veteranos, a exemplo do nadador Luiz Brito, do Colégio Objetivo da Bahia, que venceu a prova e bateu o recorde da competição. “Foi muito bom, eu ainda sou novo e este é meu primeiro ano como juvenil”, disse Daniel.

Daniel Lima nadou também as finais dos 200 metros medley, considerada uma das provas mais completas da natação por envolver os 4 estilos de nado: costas, peito, borboleta e livre – exigindo técnica em todos os fundamentos. E mais uma vez o nadador rondoniense pagou o preço da juventude: com 16 anos Daniel era o nadador mais jovem classificado para as finais da prova e acabou chegando na oitava posição, sendo mais uma vez superado por adversários mais treinados e experientes, fator determinante para uma boa classificação.

sábado, 7 de novembro de 2009

O DIREITO DE NÃO RESPEITAR O DIREITO DOS OUTROS

O DIREITO DE NÃO RESPEITAR O DIREITO DOS OUTROS
Suamy Lacerda
Professor de História

Existe algo errado com alguns escritores e leitores de textos produzidos e expostos nos periódicos eletrônicos, pois volta e meia nos defrontamos com verdadeiras batalhas, onde se usa munição de grosso calibre através do uso de adjetivos pejorativos, com intuito muito mais de agredir do que apresentar valores de cidadania que possam desenvolver reflexões ou propostas para mudanças de comportamentos no sentido de avanço no campo do bem comum que inclusive é o papel dos meios de comunicação.
A última confusão envolveu o Professor José Nazareno, figura muito conhecida no meio educacional e que inclusive por ironia do destino também é graduado em jornalismo. O mesmo como já tinha feito antes outras vezes, resolveu desenvolver suas “mal traçadas linhas” e detonar símbolos históricos da cidade de Porto Velho e até propôs uma comparação esdrúxula com órgãos de animais. O fato é que pessoas que acessaram o meio de comunicação e entre eles um “saudosista xiita” terminou por desencadear uma reação peçonhenta contra o professor. Na seqüência os aproveitadores de plantão, a “turma do quanto pior melhor”, aqueles que só lêem nos jornais as páginas policiais e horóscopo se encarregaram de jogar gasolina na fogueira.
Vamos ao Professor José Nazareno: esse tem uma folha de serviços prestados na área da educação tanto em escolas públicas como nas mantidas pela iniciativa privada. É responsável pela criação em parceria com outros reconhecidos professores de Porto Velho pelo Projeto Terceirão na Escola Pública, organizado e operacionalizado na EEEFMP João Bento da Costa e, que vale aqui salientar leva na bagagem a façanha de ter trabalhado na preparação à aprovação de mais de 500 alunos da escola acima citada à universidades públicas nos últimos sete anos; mais de 400 alunos estão hoje em cursos superiores nas instituições de ensino da rede privada via Pro Uni – “Programa Universidade Para Todos” nos últimos cinco anos entre outros. Entretanto isso não lhe dá o direito de sair por aí “jogando pedra na cruz” ou “defecar no tapete da sala da casa dos outros”, fazer de conta que não compreende o momento de desconforto trazido por obras federais, estaduais e municipais no campo do tratamento de água e estrutura urbana e que futuramente trarão bem estar social a população, agredindo simbolismos, valores e credos populares sob a vênia de desasnar alunos ou ajudá-los a desenvolver uma suposta criticidade.
Por outro lado o colunista que apresenta-se sob o pseudônimo de Zé Katraca (não se sabe por qual motivo não faz uso de seu próprio nome, talvez porque realmente goste de simbolismos), conhecido como o maior envolvido com folclore regional (espécie de cacique de terreiros de boi-bumbá), rebateu o artigo proposto pelo professor com uma ferocidade bitolada, descontrolou-se de tal maneira que chegou a aventar a possibilidade de punição ao professor acionando os canhões de sua coluna (produzida em retalhos)de forma virulenta, arrebanhando suposta “torcida pró província”, incauta, atabalhoada e da mesma forma que soldados vão à guerra e matam pessoas que nunca viram antes, nem possuem motivos para exterminá-los, o fazem em nome de uma suposta “honra a pátria”, de posse do slogan “eu sou daqui e exijo respeito”, disparou artilharia contra o professor.
Já passou o tempo de pessoas apresentarem-se como “donos do pedaço”, “minhocas”, fazendo uso da expressão “nasci aqui”, “estou aqui há décadas e tempo é patente” e outras afirmações do gênero, isso não significa deixar de orgulhar-se de ser filho de Rondônia ou cidadão rondoniense, mas, de qualquer forma, quem quiser apresentar-se como alguém que merece respeito no Estado de Rondônia, deverá ao invés de defender esse valoroso rincão brasileiro apenas “da boca para fora”, (muitas vezes em sua vida particular não cumpre seus deveres) pautar sua existência praticando ações de cidadania na plenitude da palavra, através do pagamento de impostos, contribuindo com a ordem pública (neste último item os envolvidos foram mal), não agredindo culturas, primeiro cumprindo deveres, depois exigindo direitos, enfim dando bons exemplos para que outros cidadãos realmente sintam-se orgulhosos de habitarem esse prazeroso e hospitaleiro ente federado.
Ao que parece essas figuras estão necessitando de entenderem que nosso Estado desde os primórdios de sua história, tem população constituída em maioria por respeitáveis migrantes que inclusive nos honram com suas colaborações, trabalho, expressões e valores culturais, em muito ajudaram e ainda ajudam na organização deste território geográfico situado no oeste brasileiro. Da mesma forma compete a quem não gosta da maneira como andam as coisas no estado, ao invés de ficar sacolejando o badalo do sino (a língua mais parece um badalo de sino), trabalhe para que as coisas melhorem e, se atualmente trabalha oito horas por dia e acha que o avanço está lento, mude sua carga horária para dezesseis horas diárias de trabalho, mexa-se, faça sua parte, pois na melhor das hipóteses não terá tempo para ruminar o mal e consequentemente vociferar bravatas desconexas.
Já tem alguém ventilando que os dois criadores de confusão, a fim de que possam melhor informar-se deveriam participar de debates públicos, comunicativos das novas obras (como ouvintes é lógico, após serem revistados por seguranças, a fim de que não se exterminem), sobre os problemas da cidade e do estado, até para que o que fez às críticas sem endereço e fundamento e o outro que ao invés de defender com argumentos técnicos, demonstrou desequilíbrio, conheçam e entendam melhor o momento de avanço por qual está passando este pedaço de Brasil, suas riquezas no campo da cultura, economia, sociedade, os novos caminhos e possibilidades, até porque ao contrário também tem gente achando que os dois estão precisando de uma grande trouxa de roupa para lavar (no braço, sem apoio da máquina de lavar), e isso até parece razoável.
Contudo, compete aos beligerantes e suas respectivas torcidas, mesmo respeitando-se seus direitos líquidos de manifestarem-se (e isso está sendo permitido, mesmo que eles não tenham se permitido respeitarem os direitos de outros), não escreverem seus artigos em momentos de amargura ou qualquer tipo de mal estar ou recalque, a fim de realmente possam exercer o direito de cidadania, ofertando seus serviços ao povo de forma positiva, para que esses serviços sejam entendidos como contribuição social. Contudo se optarem pelo contrário, muito cuidado, para que não caiam em descrédito popular, pois junto desse vem a desmoralização e aqui serve a máxima “muito ajuda quem não atrapalha”. Que permitam-se escrever textos que levantem a auto estima do nosso povo em seus valores e, quanto às criticas: que possam ser indutoras da reflexão saudável, equilibrada e verdadeira. (Amém).